“E eu vou e amo o azul, o púrpura e o amarelo; e entre o meu ir e o do sol, um aro, um elo.”
“E eu digo, sim! E eu digo, não ao não! E eu digo: Proibido, proibir!”
-Caetano-
“Ainda que eu fale a língua dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o sino que ressoa ou como o prato que retine. Ainda que eu tenha o dom de profecia e saiba todos os mistérios e todo o conhecimento, e tenha uma fé capaz de mover montanhas, se não tiver amor, nada serei(...) O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha. Não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor. O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.”
-Ev. I Cor. 13-
“E este é o amor: que andemos em obediência aos seus mandamentos. Como vocês já têm ouvido desde o princípio, o mandamento é este: Que vocês andem em Amor.”
-Ev. 2Jo. 6-
“O amor não tem rédeas. Não tem cela. Não tem volante. O amor é guiado pelo coração. Nesse caso o coração entende-se como cérebro, pois, normalmente é apenas um músculo responsável pelo bombeamento de sangue para todo corpo. É geralmente no coração que sentimos a descarga de adrenalina liberada pelo cérebro que, nesse caso não é apenas uma caixa de neurônios. Os dois, em comum acordo, governam o que não tem freio e nem direção: O Amor. Ele, o amor, é um cavalo indócil que não aceita as rédeas da razão e do bom censo. É ele quem escolhe e nós apenas nos entregamos – obedecemos.”
R.R.
“Se as coisas são inatingíveis... Ora! Não é motivo para não querê-las... Que tristes os caminhos, se não fora a presença distante das estrelas!”
-M. Quintana-
“Completamente bêbado de amor estou agora,
levantaram-se em minha alma as doçuras perdidas,
as trêmulas campanas de uma vida sonora
carregam os celestes cansaços desta vida.
(...) Se porém levo todos os meus rosais fechados,
dá-me fraterna mão, dá-me um fruto, Senhor,
dá-me dois seios mornos e dois olhos amados,
porque sem eles, ai, que me vai ser do amor?”
-P. Neruda-
“Teus olhos são negros,
negros como a noite sem luar,
são ardentes,
são profundos,
como o negrume do mar.
(...) sobre o barco dos amores, da vida boiando a flor,
douram teus olhos a fronte,
do Gondoleiro do amor.”
-Castro Alves-
“E eu digo, sim! E eu digo, não ao não! E eu digo: Proibido, proibir!”
-Caetano-
“Ainda que eu fale a língua dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o sino que ressoa ou como o prato que retine. Ainda que eu tenha o dom de profecia e saiba todos os mistérios e todo o conhecimento, e tenha uma fé capaz de mover montanhas, se não tiver amor, nada serei(...) O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha. Não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor. O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.”
-Ev. I Cor. 13-
“E este é o amor: que andemos em obediência aos seus mandamentos. Como vocês já têm ouvido desde o princípio, o mandamento é este: Que vocês andem em Amor.”
-Ev. 2Jo. 6-
“O amor não tem rédeas. Não tem cela. Não tem volante. O amor é guiado pelo coração. Nesse caso o coração entende-se como cérebro, pois, normalmente é apenas um músculo responsável pelo bombeamento de sangue para todo corpo. É geralmente no coração que sentimos a descarga de adrenalina liberada pelo cérebro que, nesse caso não é apenas uma caixa de neurônios. Os dois, em comum acordo, governam o que não tem freio e nem direção: O Amor. Ele, o amor, é um cavalo indócil que não aceita as rédeas da razão e do bom censo. É ele quem escolhe e nós apenas nos entregamos – obedecemos.”
R.R.
“Se as coisas são inatingíveis... Ora! Não é motivo para não querê-las... Que tristes os caminhos, se não fora a presença distante das estrelas!”
-M. Quintana-
“Completamente bêbado de amor estou agora,
levantaram-se em minha alma as doçuras perdidas,
as trêmulas campanas de uma vida sonora
carregam os celestes cansaços desta vida.
(...) Se porém levo todos os meus rosais fechados,
dá-me fraterna mão, dá-me um fruto, Senhor,
dá-me dois seios mornos e dois olhos amados,
porque sem eles, ai, que me vai ser do amor?”
-P. Neruda-
“Teus olhos são negros,
negros como a noite sem luar,
são ardentes,
são profundos,
como o negrume do mar.
(...) sobre o barco dos amores, da vida boiando a flor,
douram teus olhos a fronte,
do Gondoleiro do amor.”
-Castro Alves-

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