segunda-feira, 31 de dezembro de 2007
RIO DE JANEIRO.


domingo, 30 de dezembro de 2007
Invento histórias de amor para não morrer de tédio!

VAI À LUTA!
"Só as mães são felizes!"


sábado, 29 de dezembro de 2007
O INFERNO é doce! E hoje eu estou com os pés na lama! Vai ter uma festa quente lá! Alguém quer um convite?
O que resta
São as fotos e bilhetes
Nas gavetas
Nos quadros
Espalhados pelas cômodas
Pessoas são como rios-
Um dia bifurcam.
Trilham caminhos distintos.
Vive melhor
Quem aprendeu a dissimular!
Nunca me adaptei a rotina de um lar.
As janelas foram feitas para se olhar.
Eu as uso para saltar
Ir para um outro lugar.
Quem souber pode me explicar:
Por que o mundo é essa bosta?
Me mostra!
A vida não tem bússola!
E as pessoas estão cegas.
Alpinismo social, capitalismo, consumismo, superficialismo...
Hipocrisia já é normal!
Cada um veste a sua máscara de grife.
O que vale é estar na moda!
Ninguém deseja roer o osso
Mas todos querem comer o bife.
E quem mais condena
É que deveria dar absolvição.
“Não julgueis para não ser julgado.”
Então...?
Pratos, talheres, sofás, tv...
Sobram coisas
Mas falta o que não se vê.
Sobrou o último recado na secretária eletrônica
Sobrou a última mensagem no celular
O último e-mail
Está na hora de apagar!
Ficou a recordação.
Ficou a lembrança
Os planos que não foram concretizados.
A sensação de dormir sem ninguém ao lado.
Sempre um sai machucado.
Sempre um é julgado o culpado.
É hora de repousar.
A DOCE E eterna CÁSSIA ELLER. Deve haver um LUGAR ESPECIAL para essas pessoas especiais!


sexta-feira, 28 de dezembro de 2007
-MORTE-
Morre-se quando
O amor se vai.
Quando se corta a raiz
Que alimenta a esperança.
Quando o futuro
Passa ser lembrança.
Falta luz nesse quarto.
Falta espaço.
E eu não respiro mais aqui!
Quero sair pra longe!
A paz está lá fora
Bem longe daqui.
O carinho ausente.
A saudade massacra, inerente!
Morre-se
A cada amor
A sangria de dor.
A cada respiração
A cada fôlego
A cada paixão
Morre-se a cada dia
Nada vem sozinho.
Tudo faz parte de um todo!
A cada sorriso
Acompanha a lágrima.
A vida já vem com a morte.
O azar atrelado à sorte.
Onde está o nosso norte?
Cada noite presa em sonhos
Morre-se sem água
Sem ar
Sem amor...
Morre-se sem sonhos.
Os meus acabaram de acabar!
Não há horizonte sem teu olhar!
Meu barco necessita do seu mar.
Minha noite do seu luar!
A maldição que está a se instalar
Vem do sagrado
Que me proíbe de te amar!
Estou condenado!
Quero teu colo!
Teu carinho!
Teu vinho!
Morre-se em nascer!
Pelo simples fato de te querer-
Morro!
O que fazer?
Tentar ser feliz nessa vida
Antes que a estrada chegue ao fim
Ou desperdiçar as oportunidades
Com culpas cristãs?
O que eu sei
É que tenho muitas dúvidas!
A certeza não se senta comigo à mesa!
E a verdade é tão subjetiva
Quanto às metáforas
Contida na palavra que trás esperanças!
Morro sem os carinhos teus!
A condenação vem de Deus!
Morre-se por amar!
Morre-se por desejar!
Morre-se
Sem poder, sequer, imaginar.
Que daqui a pouco
Você chegaria
Para sempre ficar!
quarta-feira, 26 de dezembro de 2007
“E eu digo, sim! E eu digo, não ao não! E eu digo: Proibido, proibir!”
-Caetano-
“Ainda que eu fale a língua dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o sino que ressoa ou como o prato que retine. Ainda que eu tenha o dom de profecia e saiba todos os mistérios e todo o conhecimento, e tenha uma fé capaz de mover montanhas, se não tiver amor, nada serei(...) O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha. Não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor. O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.”
-Ev. I Cor. 13-
“E este é o amor: que andemos em obediência aos seus mandamentos. Como vocês já têm ouvido desde o princípio, o mandamento é este: Que vocês andem em Amor.”
-Ev. 2Jo. 6-
“O amor não tem rédeas. Não tem cela. Não tem volante. O amor é guiado pelo coração. Nesse caso o coração entende-se como cérebro, pois, normalmente é apenas um músculo responsável pelo bombeamento de sangue para todo corpo. É geralmente no coração que sentimos a descarga de adrenalina liberada pelo cérebro que, nesse caso não é apenas uma caixa de neurônios. Os dois, em comum acordo, governam o que não tem freio e nem direção: O Amor. Ele, o amor, é um cavalo indócil que não aceita as rédeas da razão e do bom censo. É ele quem escolhe e nós apenas nos entregamos – obedecemos.”
R.R.
“Se as coisas são inatingíveis... Ora! Não é motivo para não querê-las... Que tristes os caminhos, se não fora a presença distante das estrelas!”
-M. Quintana-
“Completamente bêbado de amor estou agora,
levantaram-se em minha alma as doçuras perdidas,
as trêmulas campanas de uma vida sonora
carregam os celestes cansaços desta vida.
(...) Se porém levo todos os meus rosais fechados,
dá-me fraterna mão, dá-me um fruto, Senhor,
dá-me dois seios mornos e dois olhos amados,
porque sem eles, ai, que me vai ser do amor?”
-P. Neruda-
“Teus olhos são negros,
negros como a noite sem luar,
são ardentes,
são profundos,
como o negrume do mar.
(...) sobre o barco dos amores, da vida boiando a flor,
douram teus olhos a fronte,
do Gondoleiro do amor.”
-Castro Alves-
terça-feira, 25 de dezembro de 2007
PICO DA CONCEIÇÃO - Fernando de Noronha.

-Prisões e Liberdade-
Você me algema aos seus pés
E diz que sou livre.
Mostra-me a dor
E diz para eu ser feliz.
Tira-me a visão
E quer que eu veja.
Amordaça-me e pede para eu falar.
Já te entreguei as chaves da minha vida
Nas mãos.
Já te pedi que me fizesse feliz
Que me devolvesse a visão.
Ao menos para poder me perder em seus olhos.
Ao menos para poder caminhar no seu coração.
Mas eu nunca sei o que quer de mim.
Mas eu nunca consigo identificar o que é ruim.
Estar preso ao seu lado
É sinal de liberdade.
É felicidade solitária.
Não há mais ninguém aqui.
Somente nós dois esperando o fim.
O amor que sinto por você machuca.
Não dá para explicar
Essa idéia maluca.
Você consegue me tranqüilizar.
Me faz descansar
Em meio à tempestade.
Toca-me com calma
Encontra a minha alma
E a leva para um outro lugar.
Você me tira o ar
E quer que eu respire.
Você me enche de amor
E quer que eu enlouqueça.
Quer que eu esqueça
Perca a razão.
Me sugere a ilusão.
Me arrasta para o fundo
Da sua imaginação.
Me alimentando apenas com o seu amor.
E me pede para ser seu
Quando eu já sou.
Enquanto isso os lobos espreitam a caça.

Errado e Torto
Fui acusado de ódio no coração guardar!
Pela mesma pessoa que diz me amar
Que guardo ódio no coração
Que sou arrogante e prepotente!
Que sou espaçoso, estúpido e bruto.
Estou entre o cítrico e o etílico
O doce enjoa
O salgado dá sede
Guardo um nó cego
Que encerra o peito
E me confunde antes de me explicar!
Andei me questionando
Procurando o ódio por toda parte
Achei outras coisas que desconhecia
Solidão noite e dia
Amor em Imensidão
Condescendência quase nenhuma
Saudade brutal
Mas não brutalidade.
Achei muitas coisas
Que pouca gente sabe
E consegue enxergar
Na ausência dos outros
Eu consigo até amar
Sem ninguém para censurar
Para questionar a maneira de me expressar
Mas ainda não sei onde foi parar
O ódio que me dizem guardar?
Tenho tantas lágrimas
Por derramar
Que se eu liberar de uma só vez
Talvez
Possa uma catástrofe causar!
Eu amo sempre errado!
Quando me aproximo
Faço sempre sofrer
Tenho o destino torto
E luto para sobreviver
Me equilibrando no arame
Às vezes acordo já morto
Sem forças para discutir, questionar.
Sábio é o que sabe calar!
É quem me acalma com o olhar!
Que sai da frente para eu passar
Mas que me convence voltar
Sem precisar a força usar!
Eu respeito quem consegue a fera domar!
Sou o demolidor
Que vem o tédio derrubar!
Tenho muitos desejos
Que não posso confessar!
Mas ódio, ainda não pude encontrar!
Tem gente que acha que sabe quem sou,
Mas com a visão muito limitada, muito equivocada!
Geralmente são essas que insistem em me julgar!
Nem anjo nem demônio!
Nem santo e nem profano!
Sou a mistura de tudo
Que você teima em negar!
Até na maneira que tenho
De demonstrar carinho
De expressar o que sinto
Sou criticado.
Querem me internar!
Querem me calar!
Eu não vim aqui para o dedo apontar!
Não pretendo ser como Cristo
E o mundo salvar!
Desejo apenas ser compreendido!
Quem sabe um dia alguém possa
Me decifrar!
Mas ódio.
Isso não!
Não quero me envenenar!
domingo, 23 de dezembro de 2007

"O EXAGERADO!"



Declarações de CAZUZA:
-Cazuza-
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

"Eu não sei se é dia ou noite,
por favor não conte.
Tire o gancho do fone e GRITE o meu nome
feche a cortina e ligue o rádio!
A televisão sem som já é um bonito quadro,
pro nosso amor descarado e virado, o mundo lá fora não vale pra NADA!
Pra NADA!
Eu não sei se o nosso caso vai durar ou não.
Se o que eu sinto por você é doença ou paixão.
Acenda as luzes todas e perca a razão!
Vem me procure e encaixa! Encaixa no fundo do meu coração!!!
O nosso amor descarado e virado! VIRADO
O mundo lá fora não vale pra nada! PRA NADA!!!!!!"
- CAZUZA.
domingo, 16 de dezembro de 2007
"Se você não suporta mais tanta realidade, já que tudo tanto faz, nada tem finalidade... então pra quê viver comigo?sábado, 15 de dezembro de 2007
"Vá, se você precisa ir. Não quero mais brigar essa noite, nossas acusações infantis e palavras mordazes, que machucam tanto, não vão levar à nada como sempre.
Quero me esconder na sombra do seu desejo.
Banhar-me no rio que verte das tuas entranhas.
Matar a minha sede.
Beber-te por inteira!
Sugar-te até tu’alma parar dentro de mim.
Às vezes sinto medo do que possa acontecer.
Não te enxergo quando te vejo.
Não te conheço.
Não sei quem és.
Você se transforma.
Vira bicho.
É no seu olhar que eu te acho.
Deixa-me penetrar-te em silêncio, em segredo.
Dispa-se pra mim.
Dispa o seu espírito.
Você me dá medo; você me atrai.
Sensações paradoxais.
O que você quer de mim?
Fico tonto quando respiro o mesmo ar que você; quando estou próximo.
Você é o meu mel!
O mal que eu persigo!
O abismo que me chama!
O meu espelho de Narciso.
Minha utopia.
Minha Platonicidade!
Meu idealismo!
Meu cinismo!
Meu ar.
Minha salvação.
Você é tudo que eu quero; é tudo que eu renego.
Quando é que vai ter coragem para perder o controle?
Quando é que vai parar de calcular a quantidade de vinho?
Quando é que vai parar de pensar?
Você me deixou doente!
Dependente do seu cheiro; da sua presença; da sua energia.
Você me viciou!
Estou em suas mãos.
Esperando a sua salvação.
Deixa-me tatear-te com a língua.
Deixa-me sentir teu gosto mais íntimo.
Deixa-me medir a sua temperatura interior.
Deixa-me mergulhar para dentro dos seus olhos!
Deixa-me vasculhar-te.
Toque-me.
Use a sua língua.
Seja uma depravada!
Mata-me.
Desata-me.
Estou ansioso.
Pois, seus carinhos são perigosos.
Serpente do jardim do Éden!
Cicuta que calou Sócrates!
Nada em minhas veias!
Não sei se posso confiar na sua insanidade!
Talvez esse desejo massageie a sua vaidade.
Agora chega de meias palavras!
Basta de ser covarde!
Chega de falar e age!
Mas talvez essa seja a sua tara!
Curtir com a minha cara.
Isso te faz gozar.
Eu só quero ver quem é que vai descer do muro!
Eu já não tenho mais medo de escuro.
Já deixei de tentar entender certas coisas.
Tento fazer o meu melhor,
Mas às vezes nem sempre consigo.
Já me despi do manto,
Já deixei de querer ser santo.
Entendi que tudo isso é apenas uma força de expressão.
É uma forma de repressão!
Já não carrego o peso da cruz.
Tento andar na luz,
Mas não me perco na escuridão!
Existem muitas coisas que não controlo!
Estão acima do meu entendimento.
Deixei de sofrer!
Faço o que posso!
Já me finjo muito de cego e surdo!
Um dia estaremos face à face!
Hoje estamos nesse impasse!
Muitas coisas serão esclarecidas.
Muita projeção, muita negação, muita afetação...
Freud tem muita razão!
Mas me falta essa explicação.
Então deixa de tentar raciocinar a loucura!
Ela foge o tempo todo da razão.
Chega de alimentar o não!
Quero ver se vai se responsabilizar pela ação!
E então?
“O oeste é o meu norte!”
na hora “H” você sempre escapa por entre os meus dedos
como água.
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

PRIMEIRA VEZ
Tudo sempre tem a primeira vez!
A primeira perda!
O primeiro filho!
O primeiro amor!
A primeira vez sempre dói mais!
Parece que não vamos dar conta.
Que não iremos conseguir
Mas no fim
Como por encanto
Sobrevivemos.
Mesmo que com algumas mazelas e seqüelas.
Mesmo que com algumas mágoas.
Com alguns arranhões.
A primeira vez é sempre especial!
É como um ritual.
Um acontecimento sobrenatural.
Decepção!
Frustração!
Separação!
A dor da perda do ente querido!
A distância do único filho!
A saudade!
Parece às vezes que não iremos suportar, sobreviver!
O primeiro orgasmo é apoteótico!
O primeiro amor é neurótico!
A primeira vez tudo é novo!
Tem um gosto diferente!
O medo da descoberta, do desconhecido.
Quem nunca se sentiu solitário?
Quem nunca agiu como otário?
Quem nunca chorou de saudade?
Quem nunca tentou voltar no tempo, resgatar a sensação do passado?
Tudo sempre tem a primeira vez:
Traição!
Sedução!
Solidão!
Conversão!
Desilusão...
Não se morre apenas uma vez.
Existem muitas coisas que os olhos não vêem.
Muitas coisas que não compreendemos.

SEGREDOS MEUS
Há tantas coisas por fazer
Não só a barba.
Há tantas coisas para arrumar
Não só a casa.
Tuas palavras arranham mais
Do que as unhas afiadas.
Deixam marcas profundas
De difícil cicatrização.
À que horas você terá a próxima crise?
No meu silêncio profético
Vejo a ampulheta inversa
E teus olhos mergulhados nos meus
Como se deles dependesse a sua vida.
O tempo se arrasta bêbado pelo chão molhado.
Não te sinto,
Não te toco,
Não te cheiro,
Não te provo...
Imagino-te.
Ando automatizado do quarto para sala
Da sala para o banheiro.
Estou com medo de pensar!
Abstraio-me!
Tenho receio de enlouquecer.
Sou refém das minhas obsessões paranóicas!
Você me acalma
Me traz uma falsa paz
Livra-me do tormento
Vivo entre o santo e o profano.
Flerto com os demônios
Bebo vinho com arcanjos.
Há tantas coisas por resolver!
Há tantos desejos por renunciar!
A vida é a prisão do mundo!
A morte a liberdade!
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
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