terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Eros é predominantemente Desejo.

Não seria o homem um ser desejante e não pensante?
Não seria o desejo aquilo que mobiliza o homem, e a razão o princípio organizador que hierarquiza os desejos e procura os meios para a sua realização? Nesse sentido, não estamos querendo inverter o tema clássico da superioridade da razão sobre a paixão, mas mostrar que esses dois princípios estão indissoluvelmente ligados.
fonte: Filosofando. Introdução à filosofia. Editora Moderna. Maria Lúcia de A. Aranha e Maria Helena
P. Martins.
Hegel diz: "Amar é estender o seu corpo em direção a um outro corpo; mas é também, mais fundamentalmente, exigir que esse corpo, que ele deseja, também se estenda; é desejar o desejo do outro".
Roland Barthes: "Dizem-me: esse gênero de amor não é viável. Mas como avaliar a viabilidade? Por que o que é viável é um Bem? Por que durar é melhor que inflamar?"

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