
A CIA. ARTLIBERTA TEATRO & DANÇA PROCURA COM URGÊNCIA ATRIZES/BAILARINAS PARA REESTRÉIAS EM AGOSTO, NO TEATRO SESC MADUREIRA- RJ.
ESPETÁCULO ADULTO (FOTO ANEXO) QUE AGREGA DANÇA CONTEMPORÂNEA E TEATRO EXPRESSIONISTA, COM INSERÇÕES DE POESIAS E ÁUDIO-VISUAL.
MAIORES DE 18 ANOS.
NÃO NECESSITA DRT, MAS É IMPRESCINDÍVEL QUE SEJA PROFISSIONAL!
PERCENTUAL DE BILHETERIA.
INTERESSADAS ENVIAR CURRÍCULO E FOTO PARA rrosman@hotmail.com
URGENTE!
TEXTO E DIREÇÃO ----------------------- RONALD ROSMAN
CORPO E COREOGRAFIA -------------- CARLA MARQUES
O Diretor
Partindo de um texto completamente metafórico e com várias formas e possibilidades de observação e compreensão, entendi que a Dança contemporânea se encaixaria, se moldaria melhor a essa METAMORFOSE.
Por esse princípio poderia ter criado um espetáculo de dança, mas não o fiz. Segui completamente a intuição e criei um espetáculo multimídia: imagens projetadas, músicas ao vivo, danças, poesias, teatros, artes plásticas, etc...
Poderia ter criado um balé contemporâneo com corpos bem trabalhados, atléticos, super atrofiados, etc..., mas achei melhor o caminho inverso: atores sem formação de bailarinos, sem os vícios da dança e dos gêneros da dança. Corpos “nus”. Corpos “virgens”. Mentes “limpas”. O conceito inicial do teatro de Grotówski: a subtração dos sistemas; o desapego às quinquilharias.
Com certeza deu muito mais trabalho, mas a arte não se mede pelo que é fácil, e sim, pelo prazer da descoberta e da criação: a busca do “NOVO”.
Como falar em METAMORFOSE sem falar em transformação?
Penso que nossos corpos são laboratórios de sensações. Ativamos substâncias químicas à partir das ações físicas e provocações psíquicas.
Para isso busquei a criação de seres estranhos aos nossos conceitos. Seres que não se identificam a olho nu. Seres sem nomes. Sem uma aparência peculiar. Seres que podem ser tudo.
Provoquei com isso, a total vulnerabilidade do espectador. Elevo o público e tiro seus pés do chão, fazendo com que ele, dessa forma, abra a sua mente e entre conosco nesse mundo totalmente desconhecido, possibilitando o início da sua METAMORFOSE.
Os textos são gravados; Os bailarinos não são bailarinos; As imagens não têm forma; A música é instrumental e, por muitas vezes, improvisada; A luz foge o conceito para o qual foi criada: Ela omite e não revela. Provoca-se uma total ilusão de ótica.
Pode-se dizer, pela necessidade de rotulação teatral e artística, que é um espetáculo expressionista, mas não podemos afirmar que seja um espetáculo de teatro, de dança, musical ou etc... Deixamos isso para os críticos.
O que queremos mostrar e provocar não é visível. Não está em cena. O papel principal, o protagonista é ausente.
METAMORFOSE é um espetáculo livre de conceitos e que não tenta “didatizar” nada para ninguém. Não estamos vendendo nada e nem afirmando coisa alguma. É apenas um desnudar. Uma revelação.
METAMORFOSE significa criar asas, criar pernas; deixar de arrastar-se e voar.
40 minutos livre da obviedade.
Partindo de um texto completamente metafórico e com várias formas e possibilidades de observação e compreensão, entendi que a Dança contemporânea se encaixaria, se moldaria melhor a essa METAMORFOSE.
Por esse princípio poderia ter criado um espetáculo de dança, mas não o fiz. Segui completamente a intuição e criei um espetáculo multimídia: imagens projetadas, músicas ao vivo, danças, poesias, teatros, artes plásticas, etc...
Poderia ter criado um balé contemporâneo com corpos bem trabalhados, atléticos, super atrofiados, etc..., mas achei melhor o caminho inverso: atores sem formação de bailarinos, sem os vícios da dança e dos gêneros da dança. Corpos “nus”. Corpos “virgens”. Mentes “limpas”. O conceito inicial do teatro de Grotówski: a subtração dos sistemas; o desapego às quinquilharias.
Com certeza deu muito mais trabalho, mas a arte não se mede pelo que é fácil, e sim, pelo prazer da descoberta e da criação: a busca do “NOVO”.
Como falar em METAMORFOSE sem falar em transformação?
Penso que nossos corpos são laboratórios de sensações. Ativamos substâncias químicas à partir das ações físicas e provocações psíquicas.
Para isso busquei a criação de seres estranhos aos nossos conceitos. Seres que não se identificam a olho nu. Seres sem nomes. Sem uma aparência peculiar. Seres que podem ser tudo.
Provoquei com isso, a total vulnerabilidade do espectador. Elevo o público e tiro seus pés do chão, fazendo com que ele, dessa forma, abra a sua mente e entre conosco nesse mundo totalmente desconhecido, possibilitando o início da sua METAMORFOSE.
Os textos são gravados; Os bailarinos não são bailarinos; As imagens não têm forma; A música é instrumental e, por muitas vezes, improvisada; A luz foge o conceito para o qual foi criada: Ela omite e não revela. Provoca-se uma total ilusão de ótica.
Pode-se dizer, pela necessidade de rotulação teatral e artística, que é um espetáculo expressionista, mas não podemos afirmar que seja um espetáculo de teatro, de dança, musical ou etc... Deixamos isso para os críticos.
O que queremos mostrar e provocar não é visível. Não está em cena. O papel principal, o protagonista é ausente.
METAMORFOSE é um espetáculo livre de conceitos e que não tenta “didatizar” nada para ninguém. Não estamos vendendo nada e nem afirmando coisa alguma. É apenas um desnudar. Uma revelação.
METAMORFOSE significa criar asas, criar pernas; deixar de arrastar-se e voar.
40 minutos livre da obviedade.

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