domingo, 24 de junho de 2007

segunda-feira, 11 de junho de 2007

CIA. Art'Liberta Teatro & Dança.


Procuramos Atrizes/bailarinas que queiram fazer parte desse projeto que reune duas peças por apenas um ingresso, numa mesma noite.
As peças são: "METAMÓRPHOSIS", drama expressionista que reune a dança contemporânea e o áudio-visual, e "OS SEQUELADOS", comédia rápida que trata das parafilias psicológicas da nossa sociedade contemporânea.
Esse projeto já está em andamento há 1 ano e já esteve no SESC de N. Iguaçu e SESC Madureira, ambos no Rio de Janeiro.
Não é necessário DRT. Procuramos por atrizes/bailarinas que realmente queiram realizar um trabalho sério e profissional. Dispomos de percentual de bilheteria acima do mercado. Não há cachê para ensaios!
O texto e a direção é de Ronald Rosman, e o trabalho corporal e as coreografias são de Carla Marques.
Entraremos em cena em agosto e estamos redefinindo o nosso elenco. Teremos dois meses para ensaios.
A produção já dispõe de figurinos, cenários e apoios.
Dispensamos curiosos!
Algumas fotos e outras informações estão expostas no blog.
As interessadas devem enviar currículo e foto para rrosman@hotmail.com
Apenas maiores de 18 anos!
obrigado!
Cia. ArtLiberta.
O Homem Moderno.
Por ronald rosman
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Segundo D.H. Lawrence, filósofo holandês, a sexualidade não está relacionada com os conceitos e convenções sociais de uma pseudofamilia, mas vai além e tem objetivos mais profundos e de origem e necessidades do EU.
O sexo se divide entre o desejo e o social. Nada apenas É. Tudo apenas Está – converge. O Corpo é o lugar das conexões, dos encontros.
O homem moderno é egoísta e individualista! O que seria do homem só? Nada! Seria como um pavão depenado – apenas um cadáver.
A filosofia cristã prega o isolamento do EU com DEUS. Adão tinha DEUS, mas se sentiu solitário, pois não havia um outro corpo, não havia a possibilidade da conexão. Então Deus criou a mulher.
A individualidade está nas relações. É nos contatos com os outros Seres que conseguimos a nossa individualidade, nossa matéria. Sozinhos não valemos muita coisa. Pode-se duvidar que, assim, até tenhamos uma alma, pois nos relacionando, descobrimos quem somos.
Sexo é contato. O sol sobre as plantas também é um contato sexual. É como a luz que para poder brilhar precisa de um círculo, de um meio de transmissão. A vida, a vida autenticamente vivida, é uma espécie de ligação elétrica. É preciso fechar o circuito para possibilitar a energia fluir. O homem isolado impede a vida de fluir, de fluir nele, e torna-se vazio e oco. Mas esse contato só é capaz de fazer ávida fluir se ele for vivo e intercambiante. De nada adianta um contato com o outro, com a mulher, por exemplo, se ela é colocada num pedestal de pureza ou tratada como algo insignificante.
Desde que a mulher foi expulsa do Éden, só tivemos virgens ou prostitutas; mulheres pela metade: mulheres da era cristã.
A tentativa de estereotipar a mulher como a mãe, a virgem, a prostituta... é o sintoma de uma vida doente. A mulher, para Lawrence, ao contrário, é da ordem de “uma estranha e suave vibração do ar”, buscando contato ou uma vibração penosa que machuca tudo que encontra. Menos forma que uma certa intensidade, força. E assim também são os homens, pois assim é a vida: fluxos, vibrações, ondas. Os homens e as mulheres são como rios que se encontram em determinados pontos e se separam em outros; é uma questão de contato, de não existir uma natureza do homem e outra da mulher isolada, mas apenas um movimento de conjunção e disjunção. Se o homem não se deixa atravessar pelos fluxos de vida do mundo, ele se torna morto, ressequido: são as relações que fazem de mim um rio vivo.
A alma é a integralidade, conectividade com o mundo e não um pedaço isolado do mundo. Nesse isolamento está o nosso mal, a nossa doença, nossa ausência de paz, pois ele entende paz não como a parada dos fluxos, sua inércia, mas o livre fluxo da vida, semelhante a um rio. O homem nasce com um início de alma e sua tarefa é a de criar sua alma como integrada ao mundo.
No mundo que vivemos o principal valor é o desposamento de todas as relações, época do indivíduo isolado na qual o Eu-Mesmo se tornou vazio e triste. O homem moderno, individualista, perdeu a alegria da vida. Desligado da vida, o homem moderno tem pelo sexo uma verdadeira aversão, só conseguindo concebê-lo como impulso sexual grosseiro de posse da fêmea. A isso Lawrence opõe uma visão cósmica do sexo, uma concepção de sexo como conectividade com o que é outro, símbolo das relações entre homens e mulheres: e o que é o sexo, antes de tudo, senão o símbolo das relações entre homens e mulheres? E essas relações são tão vastas com a vida. Elas consistem em uma infinidade de fluxos diferentes e mesmo opostos entre dois Seres.
A vida é sexo. A libido que percorre homens e mulheres também percorre o mundo, não se reduzindo ao “sujo segredinho”. A estupidez do homem moderno reside na sua visão embotada da vida, do sexo. Como a vida é mudança, encontro de ritmos diferentes, cada transformação é produção de um novo Ser, de um novo ritmo, de uma outra pulsação.
E isso foi embotado no homem moderno: sua capacidade de perceber positivamente o caráter metamorfoseante da vida. Perante tudo que parece, o homem individualista torce sua face em dor e faz apologia da solidão. Para ele é impossível compreender e sentir a mulher como um fluxo, um rio de vida, fluxo diferente daquele do homem e tanto mais difícil se torna, então, perceber que a questão é a das conexões possíveis entre esses fluxos.
O sexo é alguma coisa de mutante, ora em movimento, ora em repouso, ora inflamado [apaixonado] e ora morto, parece, completamente morto.
Homens e mulheres comuns são incapazes de suportar tal mutabilidade, preferindo o lugar comum das idéias estabelecidas sobre o sexo, o dinheiro ou o que alguém pode ser.
Não se trata aqui de um retorno a um estado não civilizado, retorno à barbárie, pois que já nos encontramos nela. A força de uma civilização não está no seu grau de desenvolvimento técnico, mas na vida sensível que nas invenções (...) a cultura e a civilização se medem em termos de consciência vital.
Para que haja luz é necessário a escuridão. O bem só existe com o mal. Quais parâmetros estamos utilizando para estabelecer observações e análises pertinentes sobre as coisas? Ou nem nos damos a esse trabalho?
Devemos pôr em questão relações mantidas e calcadas com base em ameaças e que nos incite medo e insegurança. Precisamos ter consciência da vida que vivemos. Os homens estão viciados em dissimulação. O homem moderno vive o embotamento dessa consciência vital. O pensamento regrado, racional opera linearmente por etapas visando chegar a uma conclusão, a uma meta de forma analítica, dissecadora. A consciência vital não buscava estabelecer relações lógicas entre as coisas, mas relações físicas, emocionais. Tentava captar o contato entre o homem e o cosmo, onde tudo se liga a tudo. Tudo é concreto; não há abstrações. E tudo faz alguma coisa,e toda coisa age e provoca efeitos: o universo é uma grande e complexa atividade de coisas que existem, se movem e provoca efeitos. E tudo isso é DEUS.
A consciência vital busca então captar o movimento perpétuo de tudo, inserir o homem nesse movimento - conectá-lo ao universo. E isso foi perdido pelo homem moderno e seu pensamento centrado no Eu; pensamento interiorizado. Pensamento que se fecha sobre si mesmo e é incapaz de agir, nos fazendo participar de um sentimento de cultura como diz Nietzsche, ao invés de possuirmos uma cultura efetiva, uma decisão de cultura.
Esse esquecimento do corpo está na base do individualismo do homem moderno e lhe dá um caráter paradoxal, pois trata-se de um individualismo sem indivíduo. Vive-se uma época individualista que não possibilita ao homem, pensar seus próprios pensamentos, sentir com seus próprios sentimentos, viver a sua própria vida.
Em tempo o homem moderno não suporta, sequer, ser desejado ou amado, ou ser vítima da paixão do outro. Vivemos uma masturbação sentimental!
A modernidade nos provoca ter orgasmos com a genitália do outro; sentir o amor que não é seu; nos acovardarmos perante as conexões e os relacionamentos extra-sensoriais. O homem moderno necessita entender Tudo para que deixe fluir e promova a movimentação elétrica do cosmo.
Pensar com a nossa própria cabeça pode ser um bom começo, mas buscando sempre parâmetros sólidos. Não se fechar em si mesmo ou em idéias vazias, e muito menos se negue a essas possibilidades e reflexões.
Baseado e extraído do livro: “O que pode o corpo”- por Paulo Germano Barrozo Albuquerque (professor do departamento de psicologia da Universidade Federal do Ceará). Comentários e observações de R. Rosman.

terça-feira, 5 de junho de 2007

PROCURA-SE ATRIZ/BAILARINA!


A CIA. ARTLIBERTA TEATRO & DANÇA PROCURA COM URGÊNCIA ATRIZES/BAILARINAS PARA REESTRÉIAS EM AGOSTO, NO TEATRO SESC MADUREIRA- RJ.
ESPETÁCULO ADULTO (FOTO ANEXO) QUE AGREGA DANÇA CONTEMPORÂNEA E TEATRO EXPRESSIONISTA, COM INSERÇÕES DE POESIAS E ÁUDIO-VISUAL.
MAIORES DE 18 ANOS.
NÃO NECESSITA DRT, MAS É IMPRESCINDÍVEL QUE SEJA PROFISSIONAL!
PERCENTUAL DE BILHETERIA.
INTERESSADAS ENVIAR CURRÍCULO E FOTO PARA rrosman@hotmail.com
URGENTE!
TEXTO E DIREÇÃO ----------------------- RONALD ROSMAN
CORPO E COREOGRAFIA -------------- CARLA MARQUES
O Diretor


Partindo de um texto completamente metafórico e com várias formas e possibilidades de observação e compreensão, entendi que a Dança contemporânea se encaixaria, se moldaria melhor a essa METAMORFOSE.
Por esse princípio poderia ter criado um espetáculo de dança, mas não o fiz. Segui completamente a intuição e criei um espetáculo multimídia: imagens projetadas, músicas ao vivo, danças, poesias, teatros, artes plásticas, etc...
Poderia ter criado um balé contemporâneo com corpos bem trabalhados, atléticos, super atrofiados, etc..., mas achei melhor o caminho inverso: atores sem formação de bailarinos, sem os vícios da dança e dos gêneros da dança. Corpos “nus”. Corpos “virgens”. Mentes “limpas”. O conceito inicial do teatro de Grotówski: a subtração dos sistemas; o desapego às quinquilharias.
Com certeza deu muito mais trabalho, mas a arte não se mede pelo que é fácil, e sim, pelo prazer da descoberta e da criação: a busca do “NOVO”.
Como falar em METAMORFOSE sem falar em transformação?
Penso que nossos corpos são laboratórios de sensações. Ativamos substâncias químicas à partir das ações físicas e provocações psíquicas.
Para isso busquei a criação de seres estranhos aos nossos conceitos. Seres que não se identificam a olho nu. Seres sem nomes. Sem uma aparência peculiar. Seres que podem ser tudo.
Provoquei com isso, a total vulnerabilidade do espectador. Elevo o público e tiro seus pés do chão, fazendo com que ele, dessa forma, abra a sua mente e entre conosco nesse mundo totalmente desconhecido, possibilitando o início da sua METAMORFOSE.
Os textos são gravados; Os bailarinos não são bailarinos; As imagens não têm forma; A música é instrumental e, por muitas vezes, improvisada; A luz foge o conceito para o qual foi criada: Ela omite e não revela. Provoca-se uma total ilusão de ótica.
Pode-se dizer, pela necessidade de rotulação teatral e artística, que é um espetáculo expressionista, mas não podemos afirmar que seja um espetáculo de teatro, de dança, musical ou etc... Deixamos isso para os críticos.
O que queremos mostrar e provocar não é visível. Não está em cena. O papel principal, o protagonista é ausente.
METAMORFOSE é um espetáculo livre de conceitos e que não tenta “didatizar” nada para ninguém. Não estamos vendendo nada e nem afirmando coisa alguma. É apenas um desnudar. Uma revelação.
METAMORFOSE significa criar asas, criar pernas; deixar de arrastar-se e voar.
40 minutos livre da obviedade.

domingo, 3 de junho de 2007

PROCURA-SE ATRIZ/BAILARINA!


Pra reestréia em agosto, no Teatro do SESC de Madureira- RJ.
Espetáculo adulto que agrega Dança contemporânea e Teatro expressionista.
Apenas maiores de 18 anos!
Percentual de bilheteria!
Texto e direção de Ronald Rosman, Corpo e coreografia de Carla Marques.
Interessados enviar e-mail com currículo e foto para rrosman@hotmail.com
Fotos do espetáculo na página.
Urgente!
Concepção Coreográfica

Nesta narrativa corporal identificamos movimentos expressivos para corpos limitados em uma kinesfera de filosofia.
Observamos uma anatomia de seres viventes sem voz ativa e sem percepção de onde veio, onde está e para onde vai.
O processo de metamorfose destes corpos inicia-se quando suas emoções são confrontadas com o mundo real. São corpos híbridos que saem de suas prisões inconscientes na busca de um novo caminhar.
A metamorfose corporal encontra um novo olhar para seus movimentos com liberdade consciente. O corpo agora é seu criador: Ele pode refletir sua sociedade, propor idéias, escolher direções, produzir emoções, compor músicas, dançar poesias ou simplesmente falar de transformação.
Este campo tridimensional - o corpo – edifica seus pés em outros níveis, planos, curvas, diagonais e se desloca para ações produtivas que exultam mudanças. Tais movimentos conduzem a reflexão para novas ações físicas, convidando o espectador a metamorfosear-se em espírito.

Carla Marques

O elixir dos alquimistas

Muitos dizem que o amor é injusto
A gente pede tanto por justiça
Mas esquece que ela tem dois lados
A gente gosta de ser sempre o juiz
Mas não queremos analisar os fatos
O tranqüilizante relaxa
Mas não traz a paz
Todos temos sofrimentos
Pobres e ricos, tanto faz!
O carrasco também pode perder a cabeça
Nunca seremos senhores do amor!
O amor nos reinventa
Ele burla os fatos
E domina o mais forte guerreiro
O mais honesto juiz
O mais espiritual dos profetas
Ele transforma as leis
Pior do que sofrer por ele
É subjugá-lo
E fazer pouco caso
Daqueles que nos amam
Quem não respeita o amor dos outros
Nunca terá o seu respeitado
A vida assim nos ensina
Por infantilidade
Por medo
Por capricho
Desperdiçamos
O elixir da paixão
Mas ele não nos dá escolha
Nem explicação
Nos envolve sem licença
Domina-nos sem pressa
E faz um estrago na nossa vida
Vira de ponta cabeça
Sem que possamos nos defender
Por isso muitos o consideram instrumento
Do diabo!
Quem dera o diabo pudesse amar!
Esse sentimento ele nunca poderá experimentar!
Não faz parte de sua natureza.
É de pedra o seu coração.
O amor é sentimento dos poetas
Dos artistas
Dos que são livres de alma
Mas infelizmente
Ele incomoda muita gente.
E são geralmente esses
Que questionam suas condutas
É semente que brota
Somente em terra fértil
E mesmo que não correspondido
Vale à pena experimentar
O sabor de amar.
Outros fogem dele
Como o diabo da cruz
Sentimento demoníaco
Diz-se
Faz perder o rumo, o chão, a luz...
Anda-se perdido, falando coisas desconexas
Fica-se sem dormir
Sonha-se acordado
Ele não é escolhido
É ele quem escolhe
É como diz Coríntios
Ou se preferir o grande poeta português
Camões.
Na verdade existem muitas coisas que desconhecemos.
E vivemos nas mãos do imponderável!
Rio, 05/ 03/ 07.
rosman





sexta-feira, 1 de junho de 2007

CIA. DE TEATRO PROCURA...


A CIA. DE TEATRO E DANÇA PROCURA ATRIZ/BAILARINA PARA FAZER PARTE DA REESTRÉIA EM AGOSTO, NO TEATRO DO SESC DE MADUREIRA- RJ., DO ESPETÁCULO "METAMÓRPHOSIS- o EXCESSO DE luz TAMBÉM CAUSA A cegueira".
Não é necessária ter DRT, mas é imprescindível que seja "profissional".
Teatro adulto que agrega dança contemporânea e teatro expressionista.
Mande e-mail com currículo e foto para rrosman@hotmail.com.
Temos urgência!
METAMÓRPHOSIS
O processo de transformação que trava alguns seres viventes, objetivando uma pseudo-evolução e que são submetidos alguns seres humanos no seu dia a dia, é o mote desse texto.
Transformações que se dão no âmbito psicológico, espiritual e não apenas no físico.
Transformação que sofre os impactos de uma sociedade meramente financeira.
Transformação de atitudes, da forma de pensar, da forma de sentir, da maneira de ver o outro e se ver, da maneira de se comunicar e se relacionar, etc...
Metamorfose é tudo isso.
Quanto mais sabemos, mais nos distanciamos da sabedoria, nos tornamos insensíveis. Como disse o antigo filósofo grego: “tudo que sei é que nada sei”.
Luz significa a sabedoria. A claridade nas trevas da ignorância. Sugerimos o mito da caverna, de Platão. Chega de olharmos através das sombras. Estamos nos acostumando a superficialidade, a futilidade... Dói menos!
Propomos uma metamorfose “Kafkiana”, onde nos metamorfoseamos em outros seres para nos encontrarmos em nós mesmos. Assim aprendemos a olhar com os olhos dos outros. O sentido da projeção de Jung: Nos ver nos outros.
É necessário nos distanciarmos da obra de arte, darmos uns passos à trás para poder enxergar o desenho na tela ao invés de ver apenas as marcas das pinceladas do artista.
Acredito que estejamos atravessando um momento extremamente crítico e tomando atitudes extremamente nocivas, simplesmente por não sabermos mais enxergar as coisas como elas são. O paralelo que faço sobre o espelho de Alice, fala sobre isso. Muitos entraram no espelho e perderam o sentido “real” do mundo. E esses são os que detêm o poder das grandes nações mundiais.
Metamorfose quer provocar uma auto-análise. Deseja provocar uma reflexão sobre assuntos sobrenaturais. Incitar uma análise mais profunda sobre o íntimo em nós. Provocar um mergulho pra dentro de si. Sugerir uma autopenetração Artaudiana, um transe espiritual ao invés de cósmico.
Metamorfose deseja provocar uma transformação pessoal. Incitar que saiamos da inércia, do “lugar seguro” e nos arrisquemos naquilo que não vemos com os olhos, mas que por não vermos, não significa que não exista. Uma fuga da lógica nociva.
Metamorfose é a busca fora da razão.
Todos deveríamos estar abertos para uma metamorfose.

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